Empresa

10 anos de crescimento, e o nosso maior motivo de celebração é a certeza de estarmos no caminho certo, renovando nosso compromisso de garantir o seu direito à melhor proteção auditiva.

O nosso time de atendimento da Auditex é formado por profissionais de fonoaudiologia, preocupados em receber os nossos clientes sob o mais alto rigor técnico e com auxílio aconchegante e humanizado. “Uma das nossas prioridades é a atenção com os pacientes, então oferecemos atendimento cordial e espaços acolhedores, elaborados com carinho para o cliente se sentir em casa e sempre bem-vindo”, ressalta Cintya Grolla.

A Auditex é uma empresa especializada em Protetores de Ouvido e Aparelhos Auditivos. Empresa tradicional, constituída há mais de 15 anos. Ela está presente em São Paulo Capital

 

Nosso maior objetivo é a proteção contra otites e barulhos, ajudando Crianças, Adultos e Idosos a viverem melhor, com a certeza que estão adquirindo produtos de qualidade.

Nossas crianças são as que mais sofrem com a Otite

“A maioria das crianças desfruta muito da água. A natação implica em diversos benefícios à criança. No entanto, também pode ser um foco de infecção por otite nas crianças. A Dra. Cintya Grolla, nos dá alguns conselhos para proteção dos ouvidos do bebê o da criança quando vai à praia ou à piscina. 

Que cuidados os pais devem ter com o ouvido da criança na piscina

Os pais, quando levam a criança à piscina devem levar em conta duas coisas diferentes: primeiro, se vão levar seu filho para a piscina no inverno ou no verão. Durante o inverno, a otite é facilitada, sobretudo pelas mudanças de umidade e temperatura. Quanto estiver muito frio, não podemos passar a criança da rua para a piscina sem esperar um pouquinho. É muito importante que os pais sequem os ouvidos ao sair da água e também secar muito bem a cabecinha. Se estiver no inverno, devem esperar um pouco para tirá-los da piscina para a rua e devem estar bem abrigados para evitar facilitar a otite. 

No verão, a situação é diferente. São as otites externas as que ocorrem com os banhos de piscina. As crianças mergulham continuamente na água. Se deixarmos cera no duto que elas têm que ter, vão estar um pouco mais protegidas, mas tanta água no ouvido acaba eliminando essa cera e facilita a otite. É muito importante secar a água que a criança tem no canal do ouvido, inclinar a criança de um lado para o outro para que o duto fique livre de água que acaba sendo o ‘caldo de cultivo’ para qualquer infecção e após a criança apresentar otite, é bom esperar pelo menos dois dias depois para levá-la novamente para a piscina.  

Se ainda assim a criança voltar a tomar banho de piscina, os pais devem ter muito cuidado para que não se joguem de uma vez na água. Jogar-se de uma vez na água é submeter a criança a um jogo de pressões. Se ela teve muco no ouvido a criança não pode se jogar na piscina, porque dessa forma a gente pode facilitar uma nova otite. Ou seja, devemos ter cuidado para que não tenha catarros e que não tenha infecção das vias respiratórias. Por outro lado, quando tenha tido um problema, uma otite, é melhor esperar pelo menos 48 horas antes de um novo banho de piscina. 

Tem que utilizar protetores de ouvido antes de entrar na piscina para evitar problemas de otite  com o seu filho

Os tampões servem para que a água não entre dentro do ouvido. Mas, no entanto, não vai evitar as otites que acontecem durante o inverno, porque são catarros de repetição. Colocar protetor de ouvido evita que a água entre no ouvido da criança, mas com criança se deve ter muito cuidado porque mesmo com o tampão entra um pouco de água e se a criança se joga de uma vez na água, o protetor não servirá para nada. Então, mais importante do que colocar um tampão é secar o ouvido após o banho de piscina. E se a criança tem uma otite e colocarmos um protetor e no dia seguinte utilizarmos esse mesmo tampão, essa infecção está presente no tampão. Se quisermos tapar o ouvido alguma vez, é melhor utilizar algodão com vaselina e tirarmos completamente toda vez. Nunca vamos tapar o ouvido com o mesmo tampão que tenha sido usado durante uma infecção.